Intolerância Alimentar

shutterstock_52782277

Muitas pessoas dizem sofrer desse mal, mas afinal, o que é intolerância alimentar?
Trata-se de um tipo de reação adversa a determinados tipos de alimentos, na qual o sistema imunológico não faz o processamento adequado a ele. Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, essas reações não apresentam uma causa psicológica, ou seja, podem resultar de diversos outros processos.

Se alguns alimentos são ingeridos normalmente pela maioria das pessoas, por quê em outras eles causam danos ao organismo?
A rejeição a algum tipo de alimento na verdade acontece porque esse organismo externo possui um componente específico não tolerado pelo corpo. O grande desafio é descobrir qual é esse componente, por isso é necessário que sejam feitos testes para que acidentalmente não sejam ingeridos outros alimentos que possuam o mesmo componente, pois isso fará com que o indivíduo sofra novamente com os mesmos sintomas.

Existe alguma idade específica para o desenvolvimento de intolerâncias?
Infelizmente, não. Em qualquer fase da vida o corpo pode desenvolver de forma repentina intolerância ou alergia a um dado alimento. Mas comumente, os sintomas aparecem na primeira infância.

O corpo humano é um organismo absolutamente complexo, por isso as manifestações de intolerância podem ser de diversos tipos, envolvendo inclusive qualquer sistema do nosso organismo. Listamos a seguir os tipos mais comuns:

– Gastrointestinais: cólicas, diarreia, vômitos.
– Cutâneas: urticária, dermatite, coceira.
– Neurológicas: enxaqueca, vertigem, distúrbios visuais, por exemplo.
– Respiratórias: rinite, tosse, crises de asma, otite.
– Diversos: febre, irregularidade menstrual.

Como conviver e viver de forma mais saudável e feliz com essas intolerâncias?

A adoção de uma dieta mais leve, a ingestão de alimentos que não agridem principalmente a mucosa intestinal onde ocorre a absorção dos nutrientes, é fundamental para a triagem dos nutrientes do corpo e para a seleção do que é útil ou inútil ao organismo.
Ao iniciar o tratamento, o fundamental é pensar que além das correções dietéticas específicas as novas práticas deverão incluir uma alimentação diária saudável rica em legumes, verduras, alimentos sem condimentos e a prática de exercícios físicos, que além do bem estar, propiciam um ótimo condicionamento físico.